Em Vilhena, garota de 11 anos é suspeita de violentar sexualmente irmã de 5 anos

Em Vilhena, garota de 11 anos é suspeita de violentar sexualmente irmã de 5 anos

Criança deu entrada na UPA com sangramento na região íntima; relato atribuído à menina aponta possível envolvimento da irmã, de 11 anos, e Conselho Tutelar adotou medidas de proteção.

Uma ocorrência envolvendo duas irmãs menores de idade mobilizou a Polícia Militar, o Conselho Tutelar e profissionais de saúde nesta semana, em Vilhena, no Cone Sul de Rondônia. O caso foi registrado após uma menina de apenas 5 anos dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com sangramento na região íntima, levantando a suspeita de violência sexual.

A Polícia Militar foi acionada pela assistente social da unidade de saúde, que comunicou a situação e a necessidade de apuração. A criança estava acompanhada da mãe, que relatou aos policiais que a filha havia passado o fim de semana na casa do pai, de quem está separada.

Segundo a mulher, durante o período em que a menina permaneceu sob os cuidados paternos, ela não percebeu sinais aparentes de dor ou outras alterações que despertassem sua preocupação.

Ainda conforme o relato apresentado à polícia, ao conversar com a filha, a mãe ouviu da criança que a irmã mais velha, de 11 anos, teria tocado em suas partes íntimas. A mulher também informou que, em outra ocasião, precisou repreender a filha mais velha após flagrá-la acariciando a região genital da irmã mais nova.

Durante o atendimento da ocorrência na UPA, uma representante do Conselho Tutelar compareceu ao local, tomou conhecimento dos fatos e adotou as providências necessárias para a proteção das crianças envolvidas, incluindo o acolhimento institucional da menina apontada no relato.

Posteriormente, a conselheira acompanhou a criança de 5 anos e a mãe até a Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP), onde a ocorrência foi encaminhada para as medidas legais cabíveis.

O caso deverá ser investigado pela autoridade policial para esclarecer as circunstâncias do ocorrido e verificar o que de fato aconteceu. Até a conclusão das apurações, não é possível afirmar que houve violência sexual ou estabelecer responsabilidades.

A prioridade é garantir a proteção das duas crianças, assegurar o atendimento adequado e esclarecer os fatos por meio dos procedimentos legais.

Fonte: Boletim de Ocorrência – Revista Século