Mulher grávida é conduzida após polícia localizar quase 100 gramas de maconha em residência

Mulher grávida é conduzida após polícia localizar quase 100 gramas de maconha em residência

Denúncias sobre movimentação suspeita levaram policiais até imóvel onde foram apreendidos droga, dinheiro trocado e materiais utilizados no consumo de entorpecentes

Uma ocorrência relacionada à posse de entorpecentes terminou com a condução de uma mulher grávida à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP), após ela assumir a responsabilidade por quase 100 gramas de uma substância semelhante à maconha encontradas em uma residência localizada na avenida Vitória Régia (1.705) no bairro Jardim Primavera, em Vilhena/RO.

Segundo consta no boletim de ocorrência, a Polícia Militar dava continuidade ao atendimento envolvendo J.T.S., abordado anteriormente por posse de drogas, quando questionou o suspeito sobre a existência de mais entorpecentes em sua residência.

O homem negou possuir outros ilícitos e afirmou ser usuário, alegando que a droga apreendida anteriormente seria destinada ao consumo próprio.

No entanto, o imóvel já era alvo de denúncias devido à frequente movimentação de usuários de entorpecentes, fato que levantou suspeitas por parte da equipe policial, que passou a monitorar o endereço.

Durante a vigilância, os militares perceberam quando J.T.S. saiu da residência para atender um homem no portão. Ao notar a aproximação da viatura, ele correu para dentro da casa, sendo acompanhado pelos policiais.

Durante as buscas no imóvel, os militares encontraram uma bolsa feminina contendo uma sacola plástica com aproximadamente 98 gramas de substância aparentando ser maconha.

Também foram apreendidos R$ 466,90 em dinheiro trocado, distribuídos em notas de pequeno valor, além de papel do tipo seda, geralmente utilizado para consumo e fracionamento de drogas.

Inicialmente, J.T.S. assumiu ser o proprietário do entorpecente e afirmou que a substância seria destinada ao próprio consumo.

Porém, antes da apresentação da ocorrência na UNISP, sua irmã, identificada também pelas iniciais J.T.S., declarou aos policiais que a droga lhe pertencia.

Conforme relatado na ocorrência, a mulher teria assumido a responsabilidade pelo material apreendido para evitar que o irmão fosse preso.

Mesmo diante das circunstâncias observadas pelos policiais, ela insistiu em afirmar que era usuária e proprietária do entorpecente.

Na UNISP, a conduzida informou ainda estar grávida de aproximadamente quatro meses e relatou fazer uso contínuo da substância apreendida. Após os procedimentos de praxe, o outro envolvido acabou sendo liberado.

Fonte: Revista Século e Rota Policial News